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36 startups que podem mudar o mundo em 2020

Lista feita pela CB Insights traz empresas de 12 setores, de chips que trabalham na velocidade da luz. criptografia quântica até mercado de dados de DNA. Conheça


Os últimos anos têm sido palco de um nível de inovação sem precedentes, especialmente em negócios ligados a software, internet e tecnologia móvel. Mas ainda a muito a ser feito.

A consultoria CB Insights, plataforma que reúne uma grande quantidade de informações sobre startups e empresas inovadoras, cruzou dados e identificou companhias pioneiras em novas formas de resolver problemas relevantes com grande possibilidade de mudar o mundo em um futuro próximo. São as “game changers 2020”.

A lista traz 36 startups divididas em 12 categorias, de criptografia quântica e mercado de dados de DNA a computação em velocidade da luz e energia nuclear de última geração.

Chips em velocidade da luz

AyarLabs: fundada em 2015, recebeu aportes de Playground Global, Intel Capital e Founders Fund.

LightMatter: com sede em Boston, nos Estados Unidos, tem como investidores GV, Matrix Partners e Spark Capital.

Luminous: conquistou uma rodada de investimento de US$ 9 milhões liderada pela Gigafund, Neo e o fundador da Microsoft, Bill Gates.

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Foto Markus Spiske (Unsplash)

Criptografia quântica

Crypto Quantique: fundada por Shahram Mossayebi, PhD em criptografia pós-quântica, a empresa de Londres também tem como sócios o PhD em engenharia elétrica Patrick Camilleri e o engenheiro Kumi Thiruchelvam.

Isara: com sede em Ontário, no Canadá, esta startup tem escritórios também na Califórnia (Estados Unidos) e em Londres (Inglaterra).

Speqtral: a startup com escritórios em Cingapura e nos Estados Unidos recebeu um aporte de US$ 1,9 milhão recentemente.

Transparência em Inteligência Artificial

Darwinai: com sede em Ontário, no Canadá, tem como cofundadores dois PhDs: Alexander Wong, que ocupa o cargo de cientista-chefe, e Mohammad Javad Shafiee, vice-presidente de pesquisa.

Fiddler: o time da startup vem de empresas e universidades como Facebook, Google Brain, Lyft, Microsoft, Nutanix, Stanford, Georgia Tech e Samsung. Entre os investidores estão Lightspeed, Lux, Bloomberg Beta e Haystack. Ano passado recebeu aporte de US$ 10,2 milhões.

Kindi: com sede na Califórnia, Estados Unidos, tem como investidores a PivotNorth Capital e a Darling Ventures, além da aceleradora Citrix. Recebeu US$ 20 milhões em aportes.

CRISPR 2.0

Korro Bio: com escritório em Massachusetts, nos Estados Unidos, tem como investidores a Atlas Ventures e NEA.

Locana: com sede na Califórnia, nos Estados Unidos, recebeu US$ 55 milhões em 2019.

Shape Therapeutics: a startup de Seattle, nos Estados Unidos, levantou US$ 35,5 milhões em novembro passado.

Previsão de proteína baseada em inteligência artificial

LabGenius: com sede em Londres, na Inglaterra, a startup é apoiada por uma série de fundos, entre eles Lux Capital, Inovia Capital e Obvious Ventures.

ProteinQure: com o apoio de empresas como IBM e Fujitsu, Universidade de Toronto e os fundos Golden Ventures e 8VC, a startup tem escritório no Canadá.

Relay Therapeuthics: fundada em 2016, a startup americana já levantou US$ 520 milhões em aportes de investidores como SoftBank, Vision Bank e Third Rock Ventures.

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Foto Darwin Laganzon (Pixabay)

Terapias com carga elétrica

Cala Health: com escritório na Califórnia, Estados Unidos, levantou US$ 50 milhões em uma rodada Série C em maio do ano passado.

Setpoint Medical: foi eleita pela revista americana “Fast Company” como uma das empresas mais inovadoras na área de cuidados da saúde.

Theranica: a startup de Israel fundada em 2016 foi incluída pela revista “Times” na lista das 100 melhores inovações de 2019.

Mestres do microbioma

Kallyope: a empresa de Nova York, Estados Unidos, é apoiada pela Lux, Ilumina Ventures e Two Sigma Ventures.

Pendulum: a startup da Califórnia, nos Estados Unidos, tem como investidores a Sequoia, Khosla Ventures, True Ventures, Mayo Clinic, além do apoio da Johnson & Johnson.

Viome: a startup de Seattle, nos Estados Unidos, usa tecnologia de sequenciamento metatranscriptômica e inteligência artificial para desenhar planos nutricionais.

Medicamentos que alteram a mente

Compassion: a startup foi fundada em 2016 após os fundadores enfrentarem dificuldade para encontrar ajuda para um familiar com depressão. Tem como investidores Atai Life Sciences, Thiel Capital, Principia SGR e Subversive Capital.

MindMed: fundada no Vale do Silício, nos Estados Unidos, há cerca de um ano, a startup recebeu aporte de US$ 6 milhões em 2019.

Small Pharma: a startup inglesa atua em um projeto para depressão clínica.

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Foto Natasha Connell (Unsplash)

Mercado de dados de DNA

Luna PBC: administra a primeira plataforma de pesquisa de DNA, a LunaDNA.com.

Nebula Genomics: com sede na Califórnia, Estados Unidos, e fundada em 2016, usa blockchain para compreender genomas e ajudar na cura de doenças.

Sano: a startup do Reino Unido é uma plataforma de pesquisa para medicina personalizada.

Captura de carbono

Carbon Engineering: fundada em 2009 em Vancouver, no Canadá, como uma empresa de energia limpa, começou a remover CO2 da atmosfera em 2015.

Kiverdi: a startup americana tem mais de 45 patentes garantidas ou em processo de aprovação de tecnologia de transformação de carbono.

Opus 12: fundada no Vale do Silício, nos Estados Unidos, foi uma das seis startups de energia limpa selecionadas para ser parte do primeiro grupo incubado no prestigioso programa Cyclotron Road,  do Lawrence Berkeley National Lab.

Energia nuclear da próxima geração

Commonwealth Fusion Systems: a startup de Massachusetts, nos Estados Unidos, recebeu US$ 115 milhões em uma rodada Série A no meio de 2019.

NuScale Power: a empresa de Portland, nos Estados Unidos, recebeu US$ 40 milhões do prêmio de energia nuclear do departamento de energia americano em 2018.

Terrestrial Energy: fundada em 2013 a empresa tem escritórios nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido.

Transportadores sustentáveis

Einride: fundada em 2016, a startup sueca que tem também escritório nos Estados Unidos conquistou um aporte de US$ 25 milhões em 2019.

Nautilus Labs: a empresa de Nova York, Estados Unidos, levantou US$ 11 milhões em 2019.

Sabrewing: com sede na Califórnia, Estados Unidos, a empresa tem como investidores a Drone Fund e Idaten Ventures.

Fonte: Whow! Inovação para negócios.

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