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Aos 79 anos, Tecpar quer atrair novos investimentos para o Paraná

O projeto de implantação do Parque Tecnológico de Maringá é o marco da comemoração pelos 79 anos do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), completados nesta quinta-feira, 6 de junho. O projeto retrata o foco de atuação do órgão nos próximos anos.

Após se tornar referência nacional em áreas como saúde humana e animal, certificação de produtos e sistemas, validação de materiais e apoio ao empreendedorismo inovador, o Tecpar quer agora atuar para atrair novos empreendimentos para o Paraná, por meio de novos negócios.

“O novo parque é o grande marco deste aniversário”, afirma o diretor-presidente do Instituto, Fábio Cammarota. Ele destaca que o empreendimento será um grande indutor de inovação e novas tecnologias na área da saúde, além de contribuir para a economia e o desenvolvimento regional.

Lançado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior durante a Expoingá, em maio, o Parque Tecnológico atende reivindicação da região. O objetivo é atrair empresas de espectro tecnológico, da indústria, comércio e serviços, que queiram desenvolver inovações e tecnologias, tendo o Governo do Estado como um parceiro apoiador.

O Tecpar, por meio do Governo do Estado e do Governo Federal, estima investir R$ 80 milhões em soluções que atenderão a saúde pública brasileira, em especial para o tratamento de alto custo para o país. No começo de junho o Tecpar lançou o chamamento público para empresas interessadas em se instalar no local.

“Os desafios são grandes, mas estamos trabalhando com empenho e planejamento estratégico para avançar. Nossa meta é chegar em junho de 2020 com o processo das obras do parque tecnológico de Maringá já iniciado”, diz Cammarota. O diretor-presidente afirma que se aguarda o estudo de viabilidade nas áreas de saúde animal e saúde humana para que, a partir daí, o Instituto possa formalizar novas parcerias com o Ministério da Saúde.

MAIS PROJETOS – Entre as demais inciativas em andamento e que deverão ser concluídas nos próximos meses, estão as fazendas inteligentes (smart farm), a serem implantadas em Araucária e Jacarezinho, e os laboratórios a céu aberto (living lab), que transformarão os campi do instituto em espaços para testar novas tecnologias.

Na parte administrativa, também está em andamento a adequação e modernização da estrutura organizacional, com a valorização dos colaboradores, fomento à pesquisa e redesenho de metodologias de trabalho.

MULHER – Este aniversário também ficará marcado pela valorização e reconhecimento do trabalho das mulheres no Tecpar. Pela primeira vez, em 79 anos de história, elas passaram a integrar a diretoria executiva, contribuindo de forma ativa na gestão do instituto. Em janeiro, Danielle Portela assumiu o cargo de diretora comercial e, no mês passado, Adrianne Correia foi empossada como diretora jurídica do instituto.

Atualmente o Tecpar conta com 157 mulheres em seu quadro funcional, o que representa cerca quase 40% da força de trabalho. No corpo gerencial, são 18 mulheres ocupando cargos de gerência, totalizando 45% do total.

HISTÓRIA – Fundado em 1940 como Laboratório de Análises e Pesquisas, a instituição tinha à frente o jovem cientista Marcus Augusto Enrietti. Pouco tempo depois, em 8 de fevereiro de 1941, o laboratório foi transformado em Instituto de Biologia Agrícola e Animal, com expansão de atuação e contribuição para o desenvolvimento econômico do estado. Em dezembro de 1942, o interventor Manoel Ribas assinou um decreto que alterava sua denominação para Instituto de Biologia e Pesquisas Tecnológicas (IBPT), abrindo novas frentes de atuação à instituição.

A última mudança significativa aconteceu em 4 de dezembro de 1978, quando houve a troca do nome para Instituto de Tecnologia do Paraná, além da alteração da estrutura jurídica e administrativa da instituição, que ganhou status de empresa pública com personalidade jurídica de direito privado.

“Essa mudança significou e continua significando mais autonomia e responsabilidades, bem como a ampliação da atuação em áreas estratégicas e a aproximação ainda maior junto ao setor produtivo”, diz Cammarota.

Fonte: Tecpar

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