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Especialistas apresentam experiências e oportunidades para startups

Internacionalização de Startups foi tema dos debates, no Anfiteatro do CESA

O cenário internacional, novas oportunidades e a nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entrará em vigor em agosto de 2020, foram temas tratados no debate Internacionalização de Startups, nesta terça-feira (4), no Anfiteatro do Centro de Estudos Sociais Aplicados (CESA), uma iniciativa da Intuel /Agência de Inovação Tecnológica da UEL, direcionada a empreendedores da região.

O debate foi a primeira ação concreta a partir da parceria entre a Intuel e a Research Park da Flórica Atlantic University, estabelecida em agosto passado para promover a troca de experiências entre incubadoras. Segundo o diretor da Aintec, Edson Miura, debates do gênero são importantes para disseminar a cultura da inovação, um esforço empreendido pela administração da UEL com o objetivo de fomentar oportunidades, visando o fortalecimento da economia regional. ?Buscamos desenvolver um espírito empreendedor na comunidade universitária para que surjam novas startups, trazendo um novo modelo de negócio. Ações de fomento à tecnologia e inovação têm cada vez mais espaço nas políticas públicas e nos estados brasileiros?, definiu o diretor.

O debate trouxe a Londrina a advogada Luciana Gouvêa, o embaixador Alexandre Addor Neto e o consultor Luiz Henrique Perlingeiro que relataram experiências nas suas áreas de atuação. O consultor explicou que empresas brasileiras podem conquistar mercados no exterior, com foco nos Estados Unidos, desde que façam uma avaliação detalhada das oportunidades e compreendam o cenário internacional.

Ele explicou que uma boa pesquisa de mercado custa em torno de U$S 12 mil e representa um seguro para que startups e empreendedores evitem riscos desnecessários. Por outro lado, o brasileiro tem boas ideias e propostas, reunindo condições de atuar no cenário internacional.

Já a advogado Luciana Gouvêa apresentou a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entrará em vigor em agosto de 2020, e que trata da proteção de dados pessoais – nome, idade, endereço e CPF. A legislação vai exigir que as organizações redobrem atenção os dados considerados sensíveis.

A partir da nova legislação, todas as empresas, inclusive startups, deverão especificar dados pessoais coletados, bem como contar com um DPO (Data Protection Officer), ou encarregado de dados, em tradução livre. Esse profissional, que pode ser da própria empresa ou um consultor externo, será responsável por administrar o fluxo de informação nas organizações, desde sua coleta até seu tratamento.

Empresas que não se adequarem às novas exigências podem sofrer autuações que, se não atendidas, podem resultar em multas de até 2% do faturamento bruto anual, limitadas a R$ 50 milhões.

Cenário internacional – Já o embaixador Alexandre Addor Neto apresentou relatórios e comparações sobre as economias das maiores nações do mundo, que oferecem oportunidades para empreendedores. Ele defendeu que o Brasil, apesar da crise econômica, precisa assumir a condição de maior nação da América do Sul, que detém quase 50% da extensão territorial e da população do continente. O embaixador tem vasta experiência internacional, tendo atuado em países como Estados Unidos, Sérvia, Londres, Paris, Moscou e Luanda. 

Fonte: Agência UEL de Notícias 

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